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domingo, 18 de setembro de 2011

Ilha da Magia

FLORIANÓPOLIS
Beleza é o que não falta em Florianópolis, seja na natureza, nas fortificações dos tempos da colônia ou nas pessoas. Não é à toa que a Ilha de Santa Catarina é conhecida como Ilha da Magia. O alto-astral está sempre presente em suas maravilhosas e diferentes praias, nas noites agitadas e na rotina dos tantos pescadores que vivem por lá.
Visitada por inúmeros estrangeiros, principalmente argentinos, Floripa, como é chamada, também oferece opções para os aventureiros: trilhas, cachoeiras, escaladas e vôo livre, acompanhados por paisagens deslumbrantes de mangues, lagoas, morros, dunas e pequenas ilhas.
Em vilas e lugarejos onde a vida corre leve e solta, cheia de história, tradição e trabalho, sobrevivem as principais manifestações do folclore e do artesanato. Simplicidade e modernidade, onde se fala o português com sotaque açoriano e muito castelhano, convivem muito bem na encantadora Florianópolis.
HISTÓRIA
Florianópolis - Ilha da Magia: linda, bela e monumental. Suas características se evidenciam ainda mais, quando nos deparamos, em cada esquina, com parte dos seus patrimônios históricos e ecológicos preservados até hoje.
A ponte Hercílio Luz, por exemplo, construída há mais de 70 anos, continua sendo o cartão postal favorito da Ilha. O Palácio Cruz e Souza, também tombado como patrimônio, foi Palácio do Governo e ainda guarda em seu acervo a memória política barriga-verde.








A história de Florianópolis pode ser recapitulada em suas diversas vielas, casas e pequenos prédios que até hoje exalam o charme da antiga Desterro.
Lendas
A Ilha de Santa Catarina traz, junto com sua história, as lendas de um lugar encantado e misterioso. São lendas que falam de reuniões de bruxas, bruxas que atacam pescadores, que roubam barcos, bruxas que bailam dentro de tarrafas de pescaria e de vassouras bruxólicas.
As lendas contam sobre dois tipos de bruxas: a terráquea, bruxa por opção própria, e a espiritual, predestinada, devido ao fato de ser a primeira ou a sétima filha de um casal sem varões. De acordo com a tradição, para se evitar essa maldição, a irmã mais velha deve batizar a mais nova.


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